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Luiz Parussolo
Luiz Parussolo
Comentário · há 11 dias
Também concordo que o concurso público mede conhecimento teórico e não competência e visão prática real e acaba condenando a criação e a inovação porque nosso ensino é irreal e não promove na infância e na adolescência o desenvolvimento do espírito, este o construtor da razão e do entendimento a priori. Eu vejo fundamental e inadiável uma avaliação psiquiátrica para ocupação de cargos políticos, cargos de confiança e em tudo e qualquer função pública para observar princípios de psicopatia e talvez uma avaliação de vocação e competência/liderança. Chegamos ao caos onde começou a aparecer aviões com cocaína, fazenda produtora de pasta e parece o exército ter identificado mais políticos envolvidos, fora a corrupção que só agora foi denunciada, barbaridades contra a população e o país através de projetos de leis e decretos. Quanto aos casos de drogas e usos sabem o partido político, o Congresso, o STF e o STJ. Todos tem informações e deixam até pessoas ruínas morais e deformidades concorrerem e transformarem-se a governadores e presidentes, além de outras funções públicas. Posto aqui sobre Aécio Neves e Sergio Cabral, além de todo o grupo, trecho da matéria da Gangue dos Guardanapos no Rio, fazendo menção da Gangue dos Castros em Minas e do Grupo da Curra no Rio. E isso é autêntico pela forma e a franqueza com que é relatado. Mas isso é só o começo de tudo. Sérgio Cabral e Aécio Neves, membros do “Grupo da Curra”, que atuou no Rio de Janeiro na década de 70, permanecem unidos na prática de outros crimes No final da década de setenta e início de oitenta, jovens da denominada classe alta do Rio de Janeiro, cientes da impunidade que suas posições sociais e financeiras proporcionavam, agiam em grupos quebrando festas, roubando veículos, utilizando pesadas drogas e praticando sua diversão preferida, “A Curra”. Prática criminosa através da qual este grupo de rapazes abusava sexualmente de moças normalmente oriundas do então denominado subúrbio que, convidadas, ficavam encantadas com a possibilidade de freqüentar clubes, boates e festas consideradas chiques, onde ao final eram curradas por filhos de políticos e empresários ilustres. Deste grupo, entre outros, participavam o atual governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral e o atual senador e ex governador de Minas Aécio Neves que, ao contrário do que propaga, não veio para Minas Gerais para assessorar seu avo, foi obrigado a sair do Rio de Janeiro, mudando para Belo Horizonte, devido práticas criminosas que o levara a permanecer preso na Polícia Federal do Rio de Janeiro, de onde saiu por interferência do então Ministro da Justiça Ibraim Abi-Ackel. A Curra diferencia-se do estupro por haver mais de um agente, o que torna o indivíduo currado mais indefeso ante as agressões sofridas. Foi neste grupo social onde a violência oriunda da impunidade, regada por droga e pederastia que o governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral e o senador Aécio Neves foram criados, gerando pessoas sem qualquer escrúpulo, limite ético e moral, desta forma capaz de tudo. Em Minas Gerais, o malefício introduzido pelos costumes de quem governou o Estado por dois mandatos pode ser sentidos através da atuação da “Gangue dos Castros” e na Elite governamental, onde diversos membros são adeptos do uso de droga e da pederastia, diferente do homossexualismo, opção sexual, pois praticada em denominadas “baladas recreativas”, vulgarmente conhecidas como orgias, que chegaram a ocorrer até mesmo dentro do Palácio das Mangabeiras, sobre a proteção da Polícia Militar na guarita de entrada.
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